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Depoimentos

 Amilcar Amarelo

A história do IBEF Campinas se confunde com a história do cidadão Amílcar Amarelo. Com participação efetiva na constituição do instituto, Amílcar é um dos fundadores do instituto. Hoje, prestes a completar 80 anos de idade, o empresário manifesta extremo carinho com “rebento” e se confessa muito orgulhoso com o rumo que o IBEF Campinas tomou ao longo de suas três décadas de existência.

Para ele, a fundação do IBEF ratificou a importância de Campinas e região dentro do cenário empresarial do Brasil. “A cidade precisava de uma entidade como o IBEF que, até então, só existia nas principais capitais do País”, relembra ele, ainda empolgado com o fato de Campinas ser o único município brasileiro, fora algumas capitais, a sediar uma regional do instituto.

A ideia de se criar o IBEF Campinas surgiu com o propósito de ser um local para um amplo debate das questões financeiras comuns ao setor empresarial. “Queríamos reunir diferentes pessoas com problemas semelhantes, onde elas pudessem discutir soluções para tais questões. O IBEF teria que ajudar na mobilização da categoria, com o objetivo também de gerar benefícios para comunidade em si”, afirma.

Hoje, Amílcar destaca vários momentos marcantes que o IBEF Campinas lhe proporcionou. Faz questão de afirmar que o instituto lhe é “muito importante”, independentemente de ocupar ou não um cargo em sua diretoria. “O IBEF Campinas não é apenas importante para mim porque fui seu presidente – entre os anos de 1992 e de 1994. O IBEF me é valioso pelos amigos e pelas conquistas que obtivemos por intermédio dele. “Se fosse preciso, eu começaria tudo de novo, sem qualquer arrependimento.”

Amílcar relembra ainda o esforço que ele e seus companheiros tiveram que fazer para conseguirem a marca superior de 100 sócios, que era exigida para que o IBEF Campinas promovesse a primeira edição do Troféu Equilibrista. Desafio vencido, outra barreira precisou ser transposta: a da falta de dinheiro para a promoção do evento. “Uma semana antes da data marcada para a entrega do troféu, não tínhamos recursos para fazer algo digno do Troféu Equilibrista, que já era reconhecido em várias outras praças onde o IBEF existia. Conversei com um amigo, que era executivo de um grande banco, e finalmente conseguimos um patrocinador”, conta.

O esforço não foi em vão, garante Amarelo que define o Troféu Equilibrista como sendo muito mais amplo do que uma mera homenagem a um profissional de destaque. “O Equilibrista também reconhece como uma empresa se comporta dentro de uma comunidade. É um prêmio muito desejado desde quando ele existe em nossa regional.”

Orgulhoso e satisfeito com o passado e o presente do IBEF Campinas, Amílcar diz acreditar fortemente         que o instituto continuará a ser fundamental na formação dos executivos de finanças e comprometido apenas em valorizar as questões que envolvem o setor. “O IBEF sempre foi apolítico, ‘areligioso’ ou qualquer ‘a’ de qualquer coisa que não se relacione com o empresariado”, afirma ele. “Tenho muito orgulho e fazer parte da história do IBEF Campinas e agradeço muito a ele (IBEF) por ter me ajudado muito em termos pessoais e profissionais”.

Magno Luciano Barcelos

A primeira ata de uma reunião do IBEF Campinas foi escrita a mão por Magno Luciano Barcelos que até hoje é sócio do instituto. O fato lhe dá muito orgulho, assim como o de ter sido o primeiro diretor-secretário da entidade. Em sua memória, ainda está marcada a sua atuação e a de outros cinco amigos (Amílcar Amarelo, Wagner Lisso, Frank Cioci, Antonio Carlos Razza e João Paulo Gonçalves) no trabalho de fundação do IBEF Campinas há quase três décadas. “A ideia de criação da regional Campinas do IBEF foi do Frank, também responsável pela formação dessa equipe. Foi dele também a iniciativa da criação do Troféu Equilibrista destinado aos profissionais da cidade, nos mesmos moldes que havia em nível nacional.” Satisfeito com os rumos que o instituto tomou ao longo dos anos, Barcelos ressalta que a entidade evoluiu muito, “está moderna, mas sem deixar de lado o compromisso de divulgar a RMC assim como os seus vários grupos financeiros.” Além disso, Barcelos também destaca o Troféu Equilibrista que, para ele, é um motivo de grande motivação para os profissionais da área.

Paulo Pinese

A criação do IBEF Campinas também deve ser creditada ao trabalho de Paulo Pinese. Com um dos fundadores, Pinese conta que o instituto surgiu com o objetivo de “agrupar a pessoas que trabalhavam na mesma área, com o propósito também de promover palestras e promover uma maior convivência entre esses profissionais.” Ele lembra que, na época da fundação do IBEF Campinas, havia outras duas entidades (ACRE e ADAF) que eram representativas, mas que não sobreviveram por muito tempo. “A ADAF foi incorporada pelo IBEF”, conta ele. Para Pinese, a “longevidade” do IBEF Campinas comprova que a iniciativa dos fundadores estava mais do que correta. “O IBEF Campinas já provou que tem força e que é muito importante para a compreensão do que é o mercado financeiro. Hoje, mesmo com a tecnologia, uma entidade como o IBEF Campinas é imprescindível para o fortalecimento e formação dos profissionais da área. Sou muito feliz porque a maioria dos desbravadores ainda vive e espero que os mais jovens tenham no IBEF Campinas uma referência para a vida profissional.”

Paulo Roberto Toledo Corrêa

O advogado Paulo Roberto Toledo Corrêa foi o responsável pela “formatação” jurídica do IBEF que, para ele, tem uma história muito positiva e baseada na abnegação de seus fundadores. O instituto, conta Corrêa, nasceu do trabalho de oito homens que se juntaram e que conseguiram registrar o IBEF Campinas de acordo com a regulamentação prevista pelo IBEF Brasil. “A motivação era a de reunir pessoas com idéias novas, mas arejadas , assim como eram os fundadores”, conta o advogado. Segundo ele, em Campinas não havia nenhuma entidade que agregasse os executivos financeiros. “Nas primeiras reuniões, o IBEF Campinas ganhou músculos e logo se tornou uma entidade visível, de destaque.” Trinta anos depois, o instituto campineiro, conforme Corrêa, é uma marca forte “como uma entidade, um espaço institucional e um fórum de grande representatividade.” A prestação de serviços para seus associados é outro ponto que, segundo Correa, diferencia o IBEF Campinas no cenário financeiros de uma das regiões mais ricas do País.

Edgar Jabbour

 Associado desde 2009, após se desligar por questões pessoais em 1997, Edgar Jabbour foi outro a contribuir para a formação do IBEF Campinas, na década de 1980 até 1997. Atuante, sempre como sócio, Jabbour destaca o instituto como importante pela chance que deu de formação de um bloco de conhecimento único na área financeira, com troca de experiências. “É um fórum de realização de negócios que possibilita se compartilhar momentos de socialização.” Jabbour lembra como fato marcante na história do IBEF Campinas a visita de um personagem que tem o nome marcado na vida do País. “No final da década de 1980, por ocasião da realização da primeira eleição direta a presidente, trouxemos o então candidato Fernando Collor de Mello a Campinas, pelo IBEF, o que foi decisivo para sua vitória na região. Infelizmente, a sequência dos fatos não foi politicamente favorável ao Brasil, mas do ponto de vista econômico aquela eleição foi um divisor de águas. Os executivos financeiros da época perceberam que o Brasil iria mudar definitivamente. Entendo que aquele momento contribuiu muito para o desenvolvimento da região e para atração de novos investimentos, principalmente externos. Hoje, sem dúvida, Campinas é uma das mais pujantes regiões do Brasil e da América Latina”, relembra.

José Roberto Carvalho

O IBEF Campinas foi muito importante para que os executivos financeiros da cidade ajudassem suas empresas a superaram as dificuldades impostas pelas várias crises econômicas que o País enfrentou nas últimas três décadas. A opinião é José Roberto Carvalho, que também trabalhou na criação do instituto, do qual é associado desde 1983. “Tem sido uma longa história de convivência, repleta de boas experiências em um grupo idôneo”, resume Carvalho ao comentar sobre o que lhe significa o IBEF Campinas. Neste tempo, no qual muitas ideias e informações foram trocadas com seus companheiros, Carvalho destaca o crescimento do instituto. “Começamos pequenos e hoje somos um órgão de grande representatividade.” Carvalho não se esquece da palestra do secretário da Fazenda Everardo Maciel que, há mais de 20 anos, anteviu e projetou o que a tecnologia traria de inovação para o mercado financeiro e que, hoje, domina a área. “Mesmo estando um pouco afastado do IBEF Campinas, pois atuo em outra área, a da construção civil, não esqueço dos amigos e não deixo de me preocupar com a renovação do quadro de associados, com a chegada dos jovens.”

Júlio Pugliesi

Mesmo fora do IBEF Campinas há algum tempo, o nome Júlio Pugliesi ainda é lembrado dentro do instituto. Sua importância, decorrente do trabalho que executou dentro do IBEF Campinas nas vezes em que participou de seu corpo diretivo, é mencionada por vários de seus companheiros. Pugliesi contribuiu para tornar o IBEF Campinas uma respeitável e idônea entidade existente na cidade. O próprio Pugliesi reconhece que ele e seus companheiros trabalharam para que o IBEF Campinas cumprisse o papel de promover a atualização dos profissionais da área financeira. “O IBEF Campinas se notabilizou por ter promovido eventos que antecipavam as novidades do mercado, como foi com o incremento da network profissional.” Para ele, o IBEF Campinas contribuiu muito para a comunidade financeira da região. “Ter participado do IBEF Campinas não trouxe qualquer ônus, só bônus”, afirma ele, relembrando que, nos períodos em que foi diretor, vários nomes de importância na área financeira foram convidados para palestras.

Adílson Moreira   

A história de construção do IBEF Campinas traz, em suma de suas páginas, o nome de Adílson Moreira, um dos fundadores do instituto regional. Mesmo não sendo, na atualidade, sócio do IBEF, Moreira expressa com muito positivismo a atuação “relevante” do instituto dentro da comunidade financeira da cidade. Do tempo em que trabalhou pela formação e fortalecimento da entidade, Moreira se recorda dos vários eventos promovidos e que trouxeram para Campinas nomes de projeção nacional. “O então ministro da Infraestrutura Ozires Silva, em 1990, foi um dos convidados a dar palestra para os sócios”, recorda, lembrando que a vida do referido convidado teve grande repercussão na cidade. Outro nome de destaque foi o do ex-ministro Ângelo Calmon de Sá. Além das amizades que fez durante o período em que atuou no IBEF Campinas, Moreira também destaca a promoção do Troféu Equilibrista que, segundo ele, sempre foi dedicado aos melhores da área financeira, “aos que realmente mereciam.” Moreira dedicou quase uma década de sua vida para a consolidação do IBEF Campinas como uma das entidades mais fortes da região.