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Anuário

Empresas de Campinas apresentam desenvolvimento e aprimoram Governança Corporativa, mas devem enfrentar dificuldades nos próximos anos, aponta anuário

A 5ª edição do Anuário de Transparência Contábil e Governança da Região Administrativa de Campinas, produzido pela KPMG, IBEF Campinas e o Grupo Polis Educacional (Faculdade de Jaguariúna (FAJ) e Max Plank), aponta que, ao longo destes cinco anos, as companhias buscaram a adesão aos padrões contábeis internacionais e às melhores práticas de governança corporativa. Porém, ao apontar uma visão prospectiva, o anuário indica que as companhias devem enfrentar dificuldades.

Dentre os destaques que comprovam a busca pelo aprimoramento da governança, o levantamento aponta que em 2013, 77% das empresas divulgaram suas demonstrações financeiras de forma completa (70% em 2012) e, entre as sociedades de grande porte, 75% realizaram a divulgação de informações relevantes nas demonstrações financeiras, apontando, por exemplo, os fatores de riscos, as transações com partes relacionadas, os instrumentos financeiros e as contingências (65% em 2012). Além disso, 82% das empresas pesquisadas adotaram os novos CPCs antecipadamente. No exercício de 2012, apenas 13 empresas fizeram esta opção. 

“O ano de 2013 foi o quinto após a adoção das normas IFRS/ CPC no Brasil. Depois deste período, já pudemos perceber um processo harmonizado e consolidado de aplicação das normas contábeis internacionais localmente. Observamos, também, uma clara tendência pela busca das melhores práticas de governança corporativa, abrangendo a transparência contábil e aderência às normas”, afirma o sócio da KPMG e responsável pelo anuário, Jean Paraskevopoulos Neto.

Futuro incerto

O anuário aponta que as elevações da taxa de juros como mecanismo de controlar a inflação tendem a diminuir o consumo e a desestimular a tomada de financiamentos, prejudicando assim os investimentos internos no setor produtivo. “Com a inflação em alta as empresas tendem a ter suas margens de lucro reduzidas devido a aumentos de dissídios coletivos e reajustes anuais de contratos, principalmente de prestadores de serviços acima da margem operacional. Além disso, diante deste cenário, somado aos níveis crescentes de inadimplência, há uma tendência de aumento do endividamento das empresas e de redução dos níveis de caixa. Diante disso, deve acontecer uma busca por reduções de custos, e consequentemente reduções nos novos investimentos e produção”, analisa Jean.

Transparência Contábil e Governança Corporativa

Resultados

Em 2013, as empresas pesquisadas geraram resultado líquido positivo de aproximadamente R$ 18 bilhões, mantendo patamar de lucro semelhante a 2012. A margem líquida representa 14% do faturamento em 2013, um declínio de um ponto percentual em relação a 2012.

Média dos índices financeiros pesquisados

Sobre o Anuário

O universo pesquisado foi de 100 empresas situadas na RA de Campinas. As empresas foram classificadas em duas categorias: Sociedades de Grande Porte (SGP) e Empresas de Pequeno e Médio Portes (PMEs).

O questionário pesquisado para o referido estudo contém 15 questões, relacionadas à Governança Corporativa e à Contabilidade, subdivididas por porte das empresas (SGP e PMEs).

Para ver a pesquisa na íntegra, acesse: https://www.kpmg.com/BR/PT/Estudos_Analises/artigosepublicacoes/Paginas/V-Anuario-de-TCG-Campinas.aspx.

Parceiros

Deloitte
PriceWaterhouseCoopers
Unimed Campinas
Lemos e Associados Advocacia Demarest Advogados Finocchio & Ustra Sociedade de Advogados

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