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Ex-Presidentes

 Mario Sérgio Freitas Araujo MÁRIO SÉRGIO FREITAS DE ARAÚJO – Presidente de 1987 a 1988
O economista Mário Sérgio Freitas de Araújo foi um dos principais mentores do IBEF Campinas. Vindo do Rio de Janeiro, Araújo logo se surpreendeu com o fato de uma cidade do porte de Campinas não contar, nos anos 80, com uma entidade onde sua pujança financeira pudesse ser debatida. Com a experiência de ter participado e atuado no IBEF carioca, Araújo decidiu se mobilizar para organizar o IBEF em Campinas.
Profissional de uma grande construtora campineira, ele logo conseguiu reunir outros profissionais da área financeira dispostos a ajudar na organização do instituto. Muito rapidamente, mais de uma centena de profissionais da área se associou ao IBEF Campinas que promoveu suas primeiras reuniões no grande auditório da construtora em que Araújo trabalhava.
Araújo participou ativamente do IBEF Campinas de 1986 até 1993. Neste período, contribuiu de maneira decisiva para a consolidação da entidade que, hoje, na opinião dele, goza de grande representatividade. “Desde que surgiu e até hoje, o IBEF Campinas é muito importante, pois é um canal de debates, de troca de informações, de formação de idéias e também para a difusão de conhecimentos”, sintetiza ele, que foi obrigado a se afastar da entidade por causa de seus afazeres profissionais, fora de Campinas.

João Pauilo Gonçalves JOÃO PAULO AMBROGI GONÇALVES – Presidente de 1988 a 1992 (in memoriam)
“Recebemos no IBEF Campinas personalidades importantes da economia e da política nacional. Buscamos o nosso desenvolvimento enquanto profissionais e cidadãos, com palestras que trazem uma visão macroeconômica do Brasil ou acrescentam novos conhecimentos técnicos. O IBEF Campinas é uma entidade forte e reconhecida pela sua representatividade. Nossos associados são os principais e os melhores executivos financeiros de Campinas e região. É uma honra fazer parte do IBEF Campinas.”
O depoimento é de João Paulo Gonçalves e foi retirado de uma entrevista divulgada em uma das primeiras publicações do instituto. Não poderíamos deixar de lembrar a figura ímpar de João Paulo, pioneiro e defensor incansável do IBEF Campinas. Na década de 80, João Paulo integrou o grupo de fundadores do IBEF Campinas. Naquela época as reuniões do instituto não tinham local fixo para acontecer, os encontros dos sócios eram realizados nas sedes das empresas dos associados, principalmente, no escritório da Arthur Andersen, no prédio do Citibank, na Avenida Moraes Sales, centro de Campinas, onde João Paulo trabalhava.
Foi graças ao esforço e a competência desses pioneiros que o IBEF Campinas transformou-se em um fórum especializado para que os profissionais de finanças – executivos e empresários, debatessem as transformações econômicas no País, com diversos planos se sucedendo. Apesar da densidade das discussões, João Paulo não perdeu em nenhum momento seu espírito simpático e seu jeito carinhoso. Ninguém imaginava que ele morreria tão cedo.

Amilcar Amarelo AMÍLCAR AMARELO – Presidente de 1992 a 1994
“O IBEF Campinas dever ser tratado com muito carinho.” A frase de Amílcar Amarelo expressa bem a importância que o IBEF tem para ele. Um dos fundadores do instituto em Campinas, Amílcar foi presidente de 1992 a 1994. Para ele, o IBEF nada mais tem a provar enquanto entidade voltada à valorização de seus associados. “Um instituto que chega aos 30 anos merece todo respeito”, comenta ele, que deseja que o IBEF Campinas continue cada vez mais influente na formação profissional de seus sócios.
“Não podemos esquecer nunca de deixar claro que o IBEF Campinas não tem conotação política e nem religiosa, e que seu objetivo é o de apoiar a comunidade”, reforça. Amílcar vê no crescimento quantitativo do número de sócios outro comprovante da importância do IBEF. “Quando começamos éramos uma meia dúzia de pessoas, hoje somos mais de 300. São poucas as entidades que atingem os 30 anos de existência, com muito a oferecer”. O sucesso do Troféu Equilibrista é, para Amarelo, uma conquista que só reforça o destaque do IBEF dentro da sociedade campineira.

JOSÉ NORIVAL MUNHOZ – Presidente de 1994 a 1996
O economista José Norival Munhoz vivenciou o IBEF Campinas durante 20 anos, período em que o presidiu (1994-1996) e cultivou “um grande carinho” pela entidade. “Foi extraordinário o tempo em que fui membro do IBEF”, comenta ele que, além de presidente, também exerceu os cargos de vice-presidente e tesoureiro. Atualmente, Munhoz está afastado do IBEF, mas não deixa de ressaltar que sempre colocou o Instituto em primeiro lugar no tempo em que o dirigiu.Das duas décadas em que atuou na entidade, Munhoz destaca como sendo a grande obra a parceria que o IBEF manteve com a PUC-Campinas e Unicamp, com a qual o Instituto ajudava na formação de futuros executivos. “Promovemos palestras com nomes de relevância do setor financeiro que contavam suas experiências para os estudantes.”
Orgulhoso do projeto que, segundo ele, também teve grande apoio de Amílcar Amarelo, Munhoz torce para que a iniciativa seja retomada, “para o bem da perpetuação do IBEF e também para a renovação de seu quadro de associados.”Mesmo longe do IBEF, Munhoz diz que vê na entidade um alto grau de representatividade dentro da cidade e região, o que é fruto, segundo ele, do trabalho de todos os seus dirigentes.

  SAULO DUARTE PINTO JÚNIOR – Presidente de 1996 a 2000 e de 2009 a 2013
Com uma vasta experiência no comando de entidades representativas, Saulo Duarte Pinto Júnior é um nome de relevância no IBEF. Em seu currículo, consta sua atuação como: Presidente do IBEF Nacional, durante a gestão de 2001/2003; Presidente do Conselho Diretor do IBEF Campinas nas gestões 1997/1998 , 1999/2000 , 2009/2010 e 2011/2012 e Presidente do Conselho Consultivo do IBEF Campinas na gestão 2005/2006 e 2013/2014. Ele também participou de outra entidades.
A ativa participação no comando do IBEF – nacional e regional – lhe dá a autoridade para definir o instituto como sendo fundamental para a formação e aprimoramento dos profissionais que atuam na área financeira. “O instituto sempre se notabilizou por trazer personalidades do mais alto gabarito para falar com os sócios e amigos sobre o que acontece no mercado e o que está por vir. Muitas das informações passadas nesses eventos são úteis para o dia a dia das empresas onde nossos associados militam. O IBEF tem papel de destaque na comunidade de negócios da Região Metropolitana de Campinas.”

  JOSÉ ROBERTO MORATO – Presidente de 2000 a 2007
Associado desde 1992, José Roberto Morato se orgulha do fato de ter sido presidente por três mandatos “consecutivos”, como ele próprio faz questão de enaltecer. O orgulho de ser um “ibefista” também se manifesta quando ele lembra que recebeu o Troféu Equilibrista em 1996, honraria que o levou a ser um dos responsáveis pela organização da premiação nos anos seguintes. Além da presidência, Morato também foi vice-presidente e, atualmente, faz parte do Conselho Consultivo.
Morato faz questão de reconhecer que os cargos que exerceu na entidade e o Troféu Equilibrista foram importantíssimos para o seu sucesso profissional. Na Eaton, onde trabalhou por muitos anos, ele disse que tais distinções foram muito valorizadas. “Quando recebi o troféu, recebi cumprimentos do pessoal da empresa que atuava na Europa. O meu prestígio também só aumentou em Campinas e na região”, afirma ele que, atualmente, é voluntário em diversas ONGs, nas quais afirma que também aplica muito do que aprendeu no IBEF Campinas.
Para ele, a presidência do IBEF significou “o coroamento” pela sua dedicação à entidade. O ex-presidente também ressalta ainda que até hoje ele recebe o reconhecimento dentro do Instituto. “Em todas as festas do Equilibrista, meu nome é lembrado pelas diretorias.” Como membro do Conselho Consultivo, Morato diz que faz questão de continuar acompanhando o desenvolvimento do IBEF Campinas, além de ajudar com ideias que podem aprimorar ainda mais as finalidades da entidade.

MARCOS DE MELLO MATTOS HAALAND – Presidente de 2007 a 2009
O IBEF Campinas foi decisivo em uma grande mudança na vida profissional do hoje executivo Marcos de Mello Mattos Haaland. Engenheiro de formação, Haaland afirma categoricamente que parte do sucesso que alcançou no setor financeiro se deve às informações e convivência que teve desde que ingresso no IBEF, no final dos anos 90.
“Sem dúvida, o IBEF me ajudou muito a entender o meio financeiro, pois lá encontrei um ambiente muito rico para a formação de um bom profissional da área, graças ao grupo de alta qualidade que está ligado ao instituto”, comenta ele. O executivo não esquece ainda de ressaltar que, no IBEF, também conquistou “bons amigos”, fundamentais em sua formação profissional.
Haaland lamenta que, nos últimos dois anos e meio, tenha sido obrigado a se afastar um pouco do IBEF Campinas, por causa de seu trabalho em São Paulo. Mesmo um pouco longe, o executivo, entretanto, continua sócio do instituto e diz fazer questão de comparecer ao evento de encerramento do ano, para rever amigos “e também continuar aprendendo.
”Para Haaland, o IBEF Campinas já uma entidade consolidada, altamente representativa e de repercussão nacional, o que se evidencia com o prestígio que goza junto a políticos e junto a importantes representantes da área financeira nacional. “No âmbito social, vale destacar o valoroso trabalho da diretoria atual, que vem abrindo cada vez mais espaço para a participação da mulher, bem como na formação de jovens e novos executivos.” Marcos Haaland também foi agraciado com o Troféu Equilibrista em 2000.

GISLAINE CRISTINA HEITMANN G. TEIXEIRA – Presidente de 2013 a 2016
Primeira mulher a comandar o IBEF Campinas, Gislaine Heitmann é uma entusiasta quando fala sobre o Instituto do qual é sócia desde 2005. Além da sua eleição para a presidência em 2013, Gislaine comemora a reeleição definida recentemente. Todo o seu entusiasmo com a entidade se manifesta quando ela afirma que o “IBEF acabou me prendendo pelo coração”.
A administradora relembra que o interesse em participar do IBEF Campinas nasceu com a procura de um local onde pudesse conviver com pessoas que também atuassem no setor financeiro. “Eu queria compartilhar e trocas ideias para poder crescer profissionalmente. No IBEF Campinas, encontrei esse aprendizado que foi muito importante para que eu e todos os companheiros pudéssemos compreender as mudanças radicais que acontecem na economia.
”A satisfação de presidir o IBEF Campinas, segundo Gislaine, só aumenta quando ela comenta que seu nome foi indicado na primeira eleição por pessoas que já trabalhavam na entidade há mais tempo. “É uma experiência impagável”, resume ela acrescentando que, em seu novo mandato, continuará na luta pela inserção cada vez maior da mulher no mundo dos negócios como também no apoio à formação de jovens executivos, “futuros associados do IBEF Campinas.” A solenidade de posse para o primeiro mandato também é muito relevante para Gislaine. “Foi muito importante para mim e para o IBEF Campinas a chegada de uma mulher para a presidência. A presença de um expressivo número de associados na minha posse também significou muito para mim.”